A reconstrução facial forense tridimensional pode ser manual ou digital. A reconstrução facial forense digital, além de desvendar as faces de antigos homens ou ainda nossos parentes longínquos, vem elucidando uma série de casos de polícia, que vão desde a aproximação de um rosto a partir de um crânio (completo ou não) até o envelhecimento de fotos de modo a atualizar a aparência de fugitivos da lei ou mesmo aquele ente querido que desapareceu há anos.
Essa tecnologia é possível com a chegada da Tecnologia da Informação, imaginologia médica e novos softwares de imagem 3D e de reconstrução. E utiliza dados relativos à espessura dos tecidos moles da face do ser humano.
No Brasil, essa técnica ainda não havia sido aplicada até que dois pesquisadores brasileiros elaboraram a primeira reconstrução facial digital do país. O estudo, publicado na Revista da Unesp Ciência, de dezembro de 2011, foi feito pelo Cirurgião-Dentista, Clemente Maia da Silva Fernandes, que realizou parte do projeto como sua tese de doutorado em Ciências Odontológicas, na Fousp, e pela Cirurgiã-Dentista, Mônica da Costa Serra, da Faculdade de Odontologia de Araraquara - Unesp (Universidade Estadual Paulista), em parceria com o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), em Campinas.
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Essa tecnologia é possível com a chegada da Tecnologia da Informação, imaginologia médica e novos softwares de imagem 3D e de reconstrução. E utiliza dados relativos à espessura dos tecidos moles da face do ser humano.




